O Mestre volta com o jogo.

Sim, Galaxium voltou.

/modificando a estrutura do blog.

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Lançamento: Manual do Malfeitor (M&M)

Carnaval chegando, vem vindo aquela expectativa de sumir de qualquer escola ou faculdade, de largar os livros no chão ou até mesmo queimá-los; para alguns, embora existam muitos que gostem de ficar um longo período estudando.De qualquer forma, quase todos devem ficar na expectativa de ir pra praia, jogar computador, d&d, cinema, etc.Tudo o que o bom e velho carnaval reserva para nós; e a Jambô premiou o carnaval com um lançamento bem peculiar e especial.

Manual do Malfeitor.Pra quem não conhece, é um livro adicional para Mutantes&Malfeitores (Mutants & Masterminds), lançado pela Editora Jambô; que atualmente ainda mantém uma excelente linha de produção em relação à M&M, que é ambientado em um cenário clássico de super heróis, parecida com o que se desenrola nos quadrinhos.A base do jogo são os super-heróis ou os vilões, disponíveis para qualquer jogador.

Neste lançamento, muitas opções adicionais foram incluindas, deixando o jogo mais versátil e com mais modificações.Existem muitas alterações, como já dito, entre elas: Mudança na posição de combate; agora, é possível criar combates táticos e rodadas mais divertidas.

Dá pra criar uma espécie de personagem monstruosamente forte.Aprimorando e modificando as regras básicas, os seus jogadores poderão criar personagens imensamente poderosos.É, pra quem gosta de dar soco e descer o cacete nos bichos, vale a pena.

O que não podia faltar: alteração na lista de poderes.Como todos sabem, homem aranha, batman e alguns peregrinos por aí sempre tiveram poderes.Assim, você pode criar poderes ou até mesmo modificar os existentes, com parâmetros e algumas restrições.

É isso aí, basicamente.Obviamente existem algumas modificações ínfimas, não citadas, mas não é problema; aí tá um enfoque bem generalizado do livro.Acho que vai ser útil para aqueles que já possuem o livro básico do M&M.(Lembrando: este jogo é uma expansão.Para comprá-lo, você precisa antes comprar o livro básico de regras…)

Acho que dá pra ter uma noção básica à partir desses tópicos.

Abraços,

Mestre do Véu.

A Flâmula do Norte – Parte I

Com passos longos e robustos, o último oficial do exército Flâmula do Norte subiu na Desbravadora, que rebrilhava sob a pálida alvorada de Calavoth.O vento da manhã fria encheu seu coração com um fardo esdrúxulo, uma sensação amarga que ele não sabia explicar; olhou com desdém para o horizonte monocromático e, com um sorriso esboçado entre lábios, entrou na nave espacial.Arrastando sua sombra consigo e uma planilha de combate entre os dedos, adentrou a Desbravadora.

Olhava para os incontáveis salões que piscavam raramente com luzes acinzentadas, com oficiais, soldados e robôs que auxiliavam a demanda por vida no planeta mais próximo, Mirridîth, apesar da nave espacial ainda não ter partido.Tudo ajeitava-se peculiarmente aos cômodos e ao ambiente de guerra; uma ávida agitação pela verificação de combustível, reparação de ínfimos aparelhos e uma lista à ser cumprida para a decolagem da nave.Na câmara de controle, o tempo se arrastava indignamente por entre as paredes.Era visível uma preocupação crescente nos olhos do inabalável Arcavius, comandante da expedição.

O Conselho de Calavoth tornara-se audaz e inexpugnável, por causa dos murmúrios e boatos que se falavam à respeito da nave que havia desaparecido.Mecânicos, vendedores e soldados pouco se importaram com esses assuntos; mas é claro que política sempre foi um tema muito conservado pelos estudiosos de Calavoth.O que fazia o mundo girar era política; decisões à serem tomadas, guerras à serem começadas, reinos à serem desbravados.Absolutamente tudo.

De qualquer forma, uma coisa inquestionável era a preocupação de Arcavius.Apesar do sistema de refrigeração ser altamente eficaz e relaxante, ainda assim havia suor e desespero em seus olhos.Digitava agilmente por entre as teclas do computador Axt9500, que lhe permitia transformar os recursos que possuia em chances de probabilidade de sucesso na devida missão.Trabalhava arduamente para que a nave que havia desaparecido, não tivesse desaparecido.

Pois somente Arcavius havia marchado à guerra, e ele era um dos raros comandantes que sabiam da amargura da solidão e da morte.Não gostava de machucar ou matar; mas simplesmente era imposto devido às ordens do Conselho de Calavoth, que obrigava seus soldados à executarem ações inquestionáveis; embora muitos se chamassem os Exilados, pois fugiam do Reino de Calavoth sempre que suas pernas lhes permitiam e conseguiam.Viviam pelos ermos à procura da felicidade, que só aparecia às vezes.

O chão tremeu por um longo tempo.Portas se fecharam.Os corredores brancos e cheios de botões se moveram também.O teto se abriu e várias luzes vermelhes luziam sob os capacetes dos oficiais.Armados com as mais destrutivas armas já criadas, decidiram resgatar a nave que havia desaparecido.

Mas nem mesmo eles contavam com a escassa sorte que ainda havia em seus corações.Muitos murcharam.Caíram.Mas Arcavius sabia que aquela expedição não daria certo, de alguma forma ou de outra.

Abraços,

Mestre do Véu.

Conversor de Nomes Tolkienianos

Saudações!

Quem é que não admira os cenários escandinávios e os personagens camponeses de J.R.R Tolkien, cujos frutos originaram muitas demais obras e inclusive uma parcela na criação do Role Playing Game?

Acho que à essa questão, muitos dirão que se divertiram bastante lendo o seus livros, entre eles, O Senhor dos Anéis, O Hobbit, O Silmarillion e Contos Inacabados.Embora tudo gire perfeitamente na Terra-Média, aqui vai uma pergunta: você já teve problemas com a criação de nomes de personagens? Sejam lá estes NPCs ou jogadores, cidades e reinos, baías ou algum detalhe que envolva nomes?!

Acho que sim.

Aqui está uma ferramenta de mestre!Um site que mais ou menos aproxima as sílabas e as palavras que seu nome possui e transfere para uma possível combinação de nomes Élficos e Hobbitianos.Então, isso quer dizer que você escreve seu nome na caixinha, aperta o botão e ele lhe dá seu nome em élfico ou em hobbit.É bem legal para partidas monótonas, com chuva, onde você não tem nenhuma influência ou inspiração para escrever; daí você abre um notebook e começa a caçar nomes.

Link (Élfico) : Aqui

Link (Hobbits) :Aqui

Acho-os particularmente relevantes e que possam ajudar algum mestre ou jogador destas terras de profunda desolação.

Abraços.

Gd20 – Período Temporal

Saudações!

Gostaria de começar a semana com um assunto bem simples e divertido, que existe em qualquer cenário de RPG: a localização histórica e temporal.Seja qual fora a obra, todos os acontecimentos ocorrem em algum lugar, seja em um calabouço, em uma taverna ou reino – localizações habituais e constantes em seções de Dungeons&Dragons, Tormenta, Forgotten Realms, e jogos do gênero atemporal.

Sempre que se cria uma obra visual ou escrita, o período histórico está subjacente: em Dungeons&Dragons, é uma época atemporal, medieval, onde as armas e tecnologia estão ainda na era do aço e do ferro.Casas ainda são feitas de pedras ou madeira.Já em um livro como O Guia do Mochileiro das Galáxias, a história se passa em um outro período histórico, futurístico, com um alto nível tecnológico; o que lhes permite viajar através de muitos lugares que, em um cenário comum de D&D, nunca seria possível.As armas, outrora feitas de aço e pedra ou ferro, agora são substituidas por armas mais compactas e monstruosamente eficazes.

Portanto, a diferença de período temporal varia conforme a ambientação do cenário que faz parte da história; que está em constante mudança (Ora é uma casa, ora é uma rua, ora um bar, ora um apartamento); e essas mudanças são infinitamente importantes para Galaxium.Então, aqui estão listados os principais pontos no qual o RPG se estabelecerá:

Galaxium passa-se em uma era muito distante na qual hoje vivemos, em uma galáxia absurdamente distante, cerca de dezenove mil anos luz da Terra.Naquela confinação remota, existe vida em abundância; dos mais variados aspectos, em variações físicas e mentais, sendo humanos ou robôs, mutantes ou máquinas movidas à vapor.

A evolução tecnológica é monstruosamente elevada da que aqui evolui em uma velocidade muito inferior e sem vigor.A Galáxia é o seu nome, o nome desta galáxia da qual falamos – onde as aventuras e complicações se passam.Até mesmo o nome escolhido não lhe é nem um pouco imaginativo e ridiculamente gracioso: pois nada se conheçe além d’A Galáxia, pois ela é o maior espaço que até hoje se conheçe.

Algo que será comum neste cenário será a evolução humana, e um dos pontos focados no projeto é como eles pensavam naquela época, com qual o nível de armamento bélico eles lidavam e para qual uso eles o fabricavam.

Guerras entre mutantes e humanos, robôs entre robôs; tudo isso foi comum no começo da primeira Era de Prata, onde ainda se usava o aço e o ferro para as abundantes guerras que naquele período ocorriam.Obviamente, nem tudo é explicado, e o que não é realmente explicado é simplesmente cobrido com a imaginação.Uma pergunta que pode surgir é: se naquela época existiam robôs, porque ainda não existiam pistolas ou canhões?

A reposta deve ser levada ao lado fantástico.Essas questões são explicadas com a imaginação, entre outras coisas.

Conforme os planetas d’A Galáxia evoluíram, espadas e machados foram substituídos por lâminas com corte nanométrico, variando de uma profundidade de corte métrica.A tecnologia evolui, e consigo trouxe as engenhosas e monstruosas naves espaciais, capazes de viajar através da velocidade da luz sem distorções ou alterações de massa; planetas entram em guerra com tecnologia inabalável, cada um confiando em suas pistolas laser e escudos refletores.Todos com sua glória, orgulho, bandeira.Até mesmo as bandeiras naquela época eram feitas com um material parecido ao mercúrio; e quando se viam essas bandeiras ao longe, os desenhos nela entalhados pareciam sair de seus tecidos.Tudo muda.Sentimentos?Rompidos pelo aço e por lâminas destruidoras.Impérios? Tombaram e se levantaram, com lâminas e pistolas.

Things change.The world is fading.The Galaxy is shivering.Get your weapons and fight!Through robots and humans you shall pass, from the gates of the universe the RPG will dice.

Os principais planetas d’A Galáxia, são : Kelskathan, Ravanoc, Carvendûm e Eldaria.

Todos, lutando por uma necessidade inabalável: a busca incansável e ávida por avanço tecnológico e expansão imperial.Aí encontram-se os audaciosos companheiros, aventurando-se pelos abismos sem fim d’A Galaxia.Pelos planetas que passam, ou fazem estupidezes, ou criam alianças; ou iniciam batalhas, ou encerram batalhas.Tudo é um cáos.Tudo deixou à ter sentido.

Ah, também esqueci de dizer que tô pensando em colocar uma raça adicional: monstros.Seriam tipo uns carinhas de quarenta metros, peludos, do mal.E, mais uma coisa: Seu RPG é baseado em Star Wars? É óbvio.Meio clichê.Mas misturado.

Abraços,

Mestre do Véu.

Sobre o Gd20

Saudações!

Com este tópico, gostaria de lhes apresentar uma ínfima parte da mecânica de regras de Galaxium e também a explicação da sigla: Gd20.Não acho estranho que ela possa parecer esdrúxula à primeira vista, pois as siglas utilizadas no RPG normalmente não são muito semelhantes às que existem em shoppings, veículos de transporte ou em letreiros de uma zona urbana!

Este cenário é voltado para pessoas que já conheçam RPG detalhadamente, e, portanto, que já tenham contato com ele ou sejam atuais mestres/jogadores (mas é legal ler a descrição de naves e planetas, não é? Mesmo se você não for um desses caras, você pode gostar de ler as matérias); e se você não é uma dessas pessoas, você pode aprender a jogar RPG através de webistes, blogs ou otros meios, como revistas ou amigos.

Voltando ao assunto do post, Gd20 significa Galaxium d20, pois no jogo somente serão utilizados dados de vinte faces.

O sistema de jogo será publicado em breve, quando o volume de estudos diminuir e as provas também.Sempre é árduo sobreviver neste mundo maquiavélico recheado de lições de casa e provas de matemática.De qualquer forma, pra adiantar, gostaria de dizer que as regras do Gd20 são bem parecidas das utilizadas em GURPS Lite, publicado em uma edição da revista Dragão Brasil, cujo número não me recordo.

Espero que, daqui em diante, todos gostem do projeto/RPG que estou formulando.Pode parecer muito chato e coisa de retardado à primeira vista, mas prometo que você não se arrependerá de viajar entre as fendas e abismos de Galaxium!Farei um bom RPG.

Obrigado por ter lido!

Lembre-se, soldado: não confie em Stormwalkers.

Mestre do Véu.

Inauguração do Portal AX3-T3

Saudações, jovem.

Escrevo com as minhas mais profundas palavras, o que sinto pelo universo e pelo Role Playing Game.Pode ser que você não tenha a mínima idéia do que vem a ser RPG, mas, de qualquer forma, saiba que ele é um jogo de interpretação;  e somente se joga com as fronteiras imaginárias, papéis e canetas: ferramentas acessíveis sob qualquer ponto de vista e independente da condição social.

A amizade e o trabalho em grupo forjam seções de jogo inesquecíveis, algumas que se  tornam mitos, outras, lendárias; e se isso não bastasse, tudo e qualquer ínfimo movimento dos personagens é completamente imaginário, o que cria diferentes interpretações sobre um determinado cenário, vagando por mundos de fantasia, estrelas e naves.

Conheci o Role Playing Game (ou RPG, se quiser) em meados de 2000, e nunca mais me larguei à esta brincadeira fantasiosa.Sem dúvidas, é uma experiência divertida, que deve ser relembrada.Acho que ninguém nunca se esquece da primeira aventura, cada movimento estúpido que ocasionalmente executou.Mas tudo é normal, pois no RPG, quem ganha é quem se diverte; e não quem tem o estereótipo da força bruta em abundância, ou algo do gênero.

De qualquer modo, este blog trata sobre Galaxium, um cenário de campanha futurístico que possui um sistema próprio : o Gd6 (Galaxium D6).Aqui será arquivado, em um micro computador de tecnologia nanométrica e embasamento gélido, o grande arquivo de Galaxium.

Galaxium é baseado em Star Wars, criado por George Lucas.Admirando desde criança as naves e estrelas, os conflitos e guerras, sempre admirei a grande ambientação que A República me reservava, e, conforme crescia, aquele universo que parecia outrora tão longe, aproximou-se de mim através do RPG.E eu me diverti!

Conforme o tempo passar, o blog será atualizado, semanalmente, trazendo crônicas, contos e regras do sistema GD6, descrevendo e detalhando suas galáxias e universos, raças e classes; o sistema básico de regras , a ambientação do cenário e algumas pequenas notícias de lançamentos de RPGs.Enfim, tudo o que um Blog de RPG clichê tem.

Quantos blogs de RPG clichês não existem por aí?

Realmente, este é um blog clichê.Fato irremediável.

Que suas naves sempre tenham combustível,

Mestre do Véu.